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Dust2 é o mapa mais jogado da Thunderpick World Championship; Nuke dá 66% dos rounds ao CT
Dust2 entrou em 9 dos 37 mapas do torneio que a FURIA venceu em Malta, com 54% dos rounds para a defesa. A Anubis, que a FURIA vetou na final, só foi jogada três vezes
Por Maya, 21/10/2026, 12:46:58
Em Malta, a defesa levou 54% dos rounds no mapa mais jogado do torneio, enquanto a Nuke foi a mais favorável ao lado CT, e a Anubis foi pouco usada.Nove dos 37 mapas disputados na Thunderpick World Championship 2026 foram jogados na Dust2. Um levantamento publicado pelo Dust2.com.br na terça-feira (20) coloca o clássico do Counter-Strike como o mapa mais escolhido do torneio em Malta, que a FURIA venceu no domingo (18). Os números também mostram uma leve vantagem para a defesa: os CTs levaram 54% dos rounds na Dust2.
Logo atrás veio a Mirage, uma escolha a menos que a líder. No fim da fila ficou a Anubis, lembrada só três vezes. Somando as escolhas de cada mapa, chega-se exatamente aos 37 do campeonato, o que dá um retrato completo dos vetos em um dos eventos mais fortes da reta final da temporada.
Dust2 e Mirage somam 17 dos 37 mapas em Malta
Juntas, as duas preferidas da elite ocuparam quase metade do torneio. A Nuke vem em terceiro, com cinco escolhas. Depois aparece um bloco de três mapas empatados com quatro partidas cada: Inferno, Ancient e Cache. A Anubis fecha a lista.
Na prática, o pool ficou concentrado no topo e equilibrado no meio. Entre o terceiro e o sexto colocado, a diferença foi de um único jogo, sinal de que, fora a dupla da frente, os times espalharam bastante as escolhas.
Nuke dá 66% dos rounds ao CT, e Anubis divide meio a meio
A Dust2 pendeu só um pouco para a defesa, mas a Nuke foi o caso extremo. Nenhum mapa favoreceu tanto o lado CT em Malta: dois terços dos rounds ficaram com quem defendia. Ou seja, o ataque venceu mais ou menos um a cada três rounds.
No outro extremo, a Anubis teve o equilíbrio perfeito, com metade dos rounds para cada lado. Mesmo assim, foi a mais evitada: nenhum outro mapa do pool apareceu tão pouco.
Final da FURIA começou na Dust2 e teve a Anubis vetada de cara
A decisão contra a BETBOOM mostra bem esse cenário. De acordo com a HLTV, a FURIA tirou a Anubis no primeiro veto da série melhor de cinco, e a BETBOOM eliminou a Inferno. Os brasileiros escolheram Dust2 e Nuke, os russos ficaram com Ancient e Mirage, e a Cache sobrou para o mapa decisivo.
A FURIA abriu a série vencendo a Dust2 por 13 a 6. A BETBOOM empatou na Ancient, por 19 a 16 na prorrogação, e passou à frente justamente na Nuke que os brasileiros tinham escolhido, por 13 a 9. Gabriel "FalleN" Toledo decidiu os rounds finais da Mirage e empatou a série com um 13 a 11. Depois, o time fechou a Cache por 13 a 6 e ficou com o bicampeonato e o prêmio de US$ 500 mil.
No campeonato todo, a FURIA jogou 12 mapas, quase um terço do torneio. Antes da final de cinco mapas, o time passou por BETBOOM (2 a 0), Legacy (2 a 1) e Aurora (2 a 0).
Dust2 e Nuke no radar de quem mira Singapura
O calendário dá mais peso a esses números. Com o PGL Major Singapore 2026 no horizonte, saber quais mapas os times de ponta preferem e qual lado cada um favorece ajuda direto na preparação dos vetos.
Para a FURIA, hoje em 4º no ranking VRS da Valve com 1.885 pontos, a leitura tem dois lados. A Dust2, preferida do torneio, foi um trunfo na final. Já a Nuke, o mapa mais difícil para o ataque em Malta, foi justamente onde a equipe tropeçou na decisão. É um ponto de atenção para os próximos vetos do time do capitão.
Com informações de Dust2.com.br e HLTV.
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Tags: Thunderpick World Championship, Dust2, FURIA, mapas CS2, Major de Singapura, Estatísticas
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